16 de junho de 2017

Calças velhas, calções novos

Não tenho jeito nenhum para a costura. Mas gosto imenso de fazer upcycling, isto é, reaproveitar algo que já não serve para a sua função original.
Calças rotas nos joelhos é mato cá em casa. Estas já nem me valiam a pena remendar, que estavam curtas aos mais velhos e a Ana ainda vai demorar a precisar deste tamanho.
Peguei na tesoura e pronto. Nem chuleei nem nada, vão assim mesmo com as linhas, é fashion!
É que ando fartinha de só encontrar calções curtinhos para a Júlia, tão curtos que mais parecem umas cuecas. Aquilo para andar no escorrega magoa nas pernas! Assim, ficaram óptimos. E ela está muito confortável.
Com luz péssima e monstrinha que não quer ficar quieta, é a foto que se arranja

Agora ainda tenho mais dois pares de calças de ganga a precisar do mesmo tratamento... tenho a tesoura em pé de guerra! eheheheh

11 de junho de 2017

Momento Zen do dia #28

Há umas semanas estivemos num almoço de família. Depois do almoço, a maior parte do pessoal resolveu ir ao café e a dona da casa subiu ao andar de cima para ir buscar um casaco. Quando desceu, o resto da malta já tinha abalado. Meio a brincar, começou a queixar-se:
- Olha, deixaram-me sozinha, não esperaram por mim!
A Júlia, a olhar muito séria, não se conteve:
- Então não devias ter ido lá acima!


9 de junho de 2017

Modo zombi

A mais nova espertou às 5 da manhã. Não é comum, mas normalmente costuma adormecer depois de um pouco de brincadeira. Desta vez não. Rebolou, sentou-se, pôs-se de pé, mamou, mamou outra vez, deu pontapés, beliscões, enfiou os dedos nos nossos olhos e narizes... Cansei-me e coloquei-a na cama dela, faz barulho, mas pára de me bater.
A juntar-se à festa esteve a gata. O que é que ela quer? Areia mudada, água e comida, tem tudo, só se quer as unhas cortadas... Agora não, vai dormir, desgraçada!
Desde as 5 até às 8, hora de levantar, dormi cerca de 10 minutos. Levanto-me, mais cansada e dorida do que quando me deitei (como é possível?) e as duas continuam a fazer a festa.
Sem sono, continuaram, juntas, na palhaçada enquanto eu e o pai cuidávamos dos irmãos, tomávamos o pequeno-almoço, tratávamos das nossas coisas... A gata e ela, ela e a gata, a percorrerem a casa toda, numa dança divertida (para elas), espalhando ainda mais coisas no chão.
Peguei nela, mudei-lhe a fralda, dei-lhe mama e ainda assim não queria dormir. Mantive-a no colo e finalmente fechou os olhos, apenas para os abrir quando a deitei. A gata também veio, como para desafiar o sono.
Agora ela dorme e a gata não se vê. Deve ter ido dormir também. E eu... vou cuidar de tudo, como sempre, dormir não me é permitido há 5 anos. Quem tem filhos percebe bem porque é que a privação de sono é uma técnica de tortura. Se me deixassem dormir eu falava. Não sei o que querem que eu diga, mas eu falo. Digo tudo, mas deixem-me dormir!
Vou trabalhar. Bom dia.
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