21 de outubro de 2016

Momento Zen do dia #26

A comer um hambúrguer, a Júlia (relembro, tem 4 anos) estava a fazer uma enorme javardice.

Pai: Júlia, pega bem nesse hambúrguer.
Júlia: Eu como como eu quiser!

Ai, mal posso esperar que ela tenha 14 anos....



16 de outubro de 2016

10 de outubro de 2016

Toalhitas de bebé reutilizáveis - actualização e feedback

Quando a Júlia estava perto do desfralde, resolvi experimentar fazer umas toalhitas reutilizáveis recorrendo a camisolas interiores velhas (ver o post). Na altura funcionaram em complemento com as descartáveis e quando deixaram de ser precisas, guardei-as.
Quer dizer, guardei-as não, continuaram a ser usadas para limpar narizes, rabos, caras... Usam-se, lavam-se, voltam a usar-se.

Na altura pensei que se tivesse mais uma cria iria utilizá-las de novo, juntamente com fraldas reutilizáveis (mas destas falarei mais tarde).
Assim, quando a Nocas nasceu, retalhei mais umas quantas camisolas e tenho-as usado sempre em casa.

Quanto à solução de limpeza, voltei a fazer experiências, pesquisei, li testemunhos de outras mães e acertei com o líquido que melhor limpa e hidrata o rabiosque da Monstrinha:

- uma caixa pequena com tampa (prefiro pequena para não fazer muita quantidade e criar bolor)
- um esguicho de gel de banho da miúda
- um fio de azeite


Pronto. Quando preciso, saco de uma toalhita da caixa, molho na solução, espremo, lavo, deito para o balde das fraldas. Retiro outra toalhita seca, seco a pele com pancadinhas (não é para andar a esfregar!) e vai para lavar também.

Quando lavo a roupa e/ou as fraldas, as toalhitas vão na máquina, estendem-se, recolhem-se, dobram-se e estão prontas a usar.

Há quem as compre, quem use flanela... Eu aproveitei o que tinha, são suaves, limpam bem, lavam-se facilmente e secam rápido (no Inverno dá jeito). Quando a garota desfraldar, tenho montes de lenços ;)

6 de outubro de 2016

A fazer pandam... pendant... pandân... coiso!

Há uns meses, andava numa loja de roupa de criança a ver vestidos. Precisava de um para a Júlia levar aos casamentos deste Verão.
Reparei num modelo, muito parecido com outro para bebé e veio-me este pensamento à cabeça:

"Podia comprar estes dois para as miúdas, iam a combinar..."

E foi então que caí em mim e dei um estalo mental a mim mesma. Estás parva??!!!

Se há coisa que sempre detestei foi ter de vestir roupa igual à da minha irmã. E nem era eu que ficava com a pior parte, era ela, afinal, que, por ser mais nova, quando o vestido deixava de lhe servir ainda tinha de usar o meu - anos seguidos sempre com a mesma roupa, desgraçada!

Pois...
Em defesa da minha mãe, era a minha avó que fazia os vestidos e, para aproveitar tecido, fazia-os iguais. Ou então gostava mesmo de nos vestir de igual. E não era só a roupa, eram os penteados, as fitinhas, as meias, os sapatos.... Estão a ver a cena. Não admira que estivessem sempre a perguntar: "São gémeas?" E eu ficava a olhar para aquelas alminhas que não viam que tínhamos uma diferença de alturas correspondente a dois anos e meio.
Também não me verão vestida com roupas iguais ou a combinar com as miúdas. Para mim, ainda é pior.
Porque sou tão avessa a estarmos todas de igual? Porque somos diferentes. Porque temos gostos diferentes. Porque vesti-las de igual é tratá-las como se fossem iguais, e isso não o posso fazer. Direitos e deveres iguais sim. Identidades? Não.

Mas voltando ao início. Mas eu estaria parva?? Se detesto tanto o conceito de vestir irmãos de igual ou a combinar, por que raio tive eu aquela ideia? Pá, não sei o que me deu. A única coisa que me consigo lembrar é que o maldito maketing é uma coisa muito poderosa. E isso assusta como o raio.
Assusta tanto, que fugi saí logo da loja.

1 de outubro de 2016

Momentos que me derretem #14

Dei a cada um um tubo de pintarolas com a recomendação de não as comerem todas de uma vez, que depois não havia mais.
A Júlia comeu algumas e guardou as restantes. O Xavier comeu-as logo todas.
Hoje, a Júlia lembrou-se que ainda tinha pintarolas e foi buscá-las, prometendo ao irmão que lhe dava uma.
Mas... já só tinha uma no tubo. Disse-lhe que a comesse, o Xavier já tinha comido as dele.

Partilhou a última pintarola. Trincou-a a meio e deu uma metade ao irmão.


6 de setembro de 2016

À terceira foi de vez

Foi desta!
Tinha deixado a Ana na manta no chão e pedi aos irmãos que tomassem conta dela para eu acabar o almoço.
Passado um bocado, ouço-a chorar e a Júlia vem-me chamar, que a mana virou o vaso.
O vaso? Qual vaso?
Então a monstrinha virou-se e rastejou até uma planta, onde se serviu de terra.
Terra nos braços, terra nas mãos, terra na boca.
Foi preciso ter o 3º filho para saber o que é ter um bebé a comer terra.

(Nota: limpei-a, boca incluída, e espero o espectáculo que vai ser uma fralda dela daqui a umas horas)
(Nota nº2: acho que a planta vai sobreviver)


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...